Não era você que eu esperava – Fabien Toulmé

A HQ foi muito mais do que eu esperava. Em fevereiro, no dia 14, comemoramos o Dia da Amizade. Nesse dia, entre tantos pensamentos, refleti o quanto o mundo tem sido hostil com todos aqueles que são vistos como diferentes. Desses pensamentos, trago para vocês um quadrinho que fala sobre pessoas reais e traz à…

Fracasso de Público: as pessoas comuns que vivem nas HQs

Originalmente lançada na década de 1990 como série publicada de forma independente por Alex Robinson, a HQ Fracasso de Público foi relançada em 2001 pela editora americana Top Shelf e, a partir daí, ganhou várias premiações da área como o Prêmio Eisner (Talento que Merece Maior Reconhecimento), o Oscar dos quadrinhos, e o Festival de…

Ronin: como deixaram alguém contar uma história tão absurda?

O mercado cultural, como qualquer outro mercado, precisa de produtos que vendam e gerem lucro. É assim que o sistema funciona. Tudo certo. Porém, uma consequência direta dessa faca no pescoço do desempenho comercial é a pasteurização das obras que conseguem ver a luz do dia. Exemplo disso é o pensamento da grande parte das…

Para conhecer o Justiceiro

Sim! Ennis e Dillon (de Preacher) estão juntos nesta empreitada para fazer o que fazem de melhor: nos entreter e chocar ao mesmo tempo. E ainda nos deixar agradecidos por isso! Diferente da história de Jesse Custer, aqui não temos nenhum questionamento moral ou filosófico do porquê as coisas são como são (ou estão). Seria…

Os monstros vivem dentro da gente

O primeiro contato que tive com a obra Onde Vivem os Monstros foi ao ver o filme dirigido por Spike Jonze. Eu não sabia nada sobre a história em si, mas, como acompanho o diretor, foi uma escolha automática que acabou apresentando um universo bacana. O longa-metragem tem um clima de conto de fadas, em…

Quadrinhos para adultos: Conheça a ilustração “XXX” de Dave McKean

O valor que as pessoas atribuem aos quadrinhos depende de diversos fatores, porém, durante muito tempo, a questão mais relevante era a idade do leitor. Tradicionalmente, os quadrinhos eram dessas coisas que a gente poderia adorar na infância, mas pegava mal se na vida adulta ainda mantivesse uma paixão tão pueril. E era uma transição…