Mangá e Brasil: uma paixão sem fronteiras

Você já pensou nisso?

“Meus sete deuses lendários japoneses, como que o brasileiro teve acesso ao mangá?”

Se já pensou nisso e não teve uma resposta que te deixou satisfeito(a), nós conversamos com ótimas fontes com bastante conhecimento sobre essa arte linda e com características tão marcantes.

Minhas referências nipônicas

Como faço parte de toda uma geração criada pela TV Manchete, assistia tokusatsus e animês durante minhas tardes de sossego e minhas noites de tranquilidade – muito feliz eu era naquele tempo. Os Cavaleiros do Zodíaco e Sailor Moon, com certeza, ajudaram na construção do meu caráter e na escolha dos valores que me guiam até hoje.

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Os Cavaleiros do Zodíaco

Tudo isso pode parecer muito piegas, mas cada programa assistido, cada livro lido e cada experiência vivida nos formam como pessoa, então não posso tirar essa influência de minha história – e aposto que você, leitor(a), deve estar pensando em uma lista enorme de coisas que gostava de ver e adora rever e como essas coisas influenciam o seu dia a dia.

Nos intervalos da escola, meus amigos e eu desenhávamos a Saori/Athena e o Hyoga, tentávamos desenhar os amiguinhos com as armaduras e as roupas dos animês favoritos, fazíamos várias artes com olhos grandes e brilhantes, cabelos esvoaçantes e carinhas com expressões fofas.

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Sailor Moon

Sim! Já tínhamos sido afetados pelo amor ao mangá e nem sabíamos!

O próximo passo, meio tardio no meu caso – com 25 anos –, foi resolver começar a ler mangás e sair apenas dos animês e filmes do Studio Ghibli, estúdio de animação japonês fundado em 1985 por Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki e Yasuyoshi Tokuma e responsável pela criação de clássicos como Meu Vizinho Totoro e O Castelo Animado. E lá estava eu, começando mais coleções em minhas pequenas estantes!

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Meu Vizinho Totoro

A história do mangá

A primeira resposta que vem à cabeça é: “mangá é desenho japonês com olhão e cabelo legal”. Mas não é só isso! Muita coisa aconteceu até você saber o que é mangá e ter uma resposta rápida assim. Vamos ver com mais detalhes!

Mangá é o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. A palavra surgiu da junção de “man” (involuntário) e “gá” (desenho, imagem). Ou seja, mangá significa literalmente “desenhos involuntários”.

Por enquanto, não parece fazer muito sentido, né?! Como assim involuntário? No entanto, quando chegarmos mais para frente nessa história, esse termo se ligará à ideia de criatividade livre, desenhar sobre o que se deseja e expressão artística.

Embora as primeiras manifestações dos quadrinhos japoneses datem ainda do século XI, com caricaturas cômicas de animais, foram necessários 600 anos para que o termo mangá efetivamente surgisse.

Em 1814, o pintor Katsushika Hokusai lançou o primeiro encadernado contendo uma coleção de histórias com desenhos sequenciais. (Será que parecia um fanzine?!) A série teve 15 volumes e foi batizada de Hokusai Mangá. Aí sim, os quadrinhos japoneses passaram a ser chamados de mangás.

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A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai

De acordo com o que li durante a pesquisa para o desenvolvimento da matéria, encontrei várias datas de “origem do mangá”. No entanto, um fato foi determinante na transformação do mangá naquilo que encontramos hoje nas páginas de diversos títulos: Osamu Tezuka e suas influências.

Tezuka, conhecido como “Deus do Mangá”, deu às histórias um ritmo de cinema, com composição de cenas, imagens sobrepostas, justapostas e closes. Os detalhes são enfatizados e o desenho é fluído, guiando o nosso olhar.

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Osamu Tezuka, o Deus do Mangá

Além disso, as histórias são mais longas e possuem personagens com características humanas (mesmo não sendo humanos). Outra forte influência de Tezuka é o Teatro Takarazuka, uma companhia de teatro formada apenas de garotas, que teve sua primeira apresentação em 1914. Entre as características principais desse teatro estão o figurino e o cenário excessivamente chamativos e as performances com um toque melodramático.

“O Japão do pós-guerra passou a ser compreendido como uma nação conectada ao processo de mundialização da cultura e da globalização econômica – fase em que os japoneses puderam experimentar uma nova etapa da vida, voltada para a valorização da criatividade artística, das emoções e da sensibilidade humana, que também contou com o surgimento de novas formas de sociabilidade, do incentivo às realizações e vontades individuais, com a preocupação em manter a beleza e a juventude, em desfrutar de um estilo de vida confortável e luxuoso, e pelo interesse crescente nas atividades lúdicas como ouvir música, viajar, fazer compras, acompanhar as tendências da moda e os programas de TV”, explica Patrícia M. Borges em seu livro Mangás – Estética bidimensional e deslocamentos culturais.

Frente a todas essas transformações, a área artística também foi afetada  e, dentro dessa área, os quadrinhos ganharam novas temáticas e formas de narrativa por volta da década de 1960.

O mangá considerado moderno tem influência dos desenhos ocidentais e de quadrinhos clássicos da Disney; e é basicamente uma criação de Tezuka, com Shin Takarajima (“A Nova Ilha do Tesouro”, de 1947). A partir daí, passou-se a saber o que era mangá, tornando-se uma denominação consolidada.

Após a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, houve uma valorização da cultura Ocidental, enquanto a Oriental era vista como inferior. No entanto, na década de 1990, a palavra mangá passou a ser muito conhecida fora do Japão, assim como suas características. Assim, a arte que tinha sido influenciada pelo Ocidente, passou a influenciá-lo também.

Da arte bidimensional, o mangá também chegou ao mundo virtual, com jogos, por exemplo, e ao tridimensional em forma de bonecos colecionáveis e cosplays. Os mangás são a maior fonte de animês e as músicas temas dos personagens das animações viram grandes hits entoados pelos fãs. É uma cultura que alcança várias áreas e também ajuda a fortalecer a tribo dos otakus – superfãs de mangás e animês –, que cresce mais a cada dia, perdendo, aos poucos, seu sentido pejorativo (pessoa antissocial, que não sai de casa, viciado em quadrinhos e animações).

O mangá acompanha o crescimento do leitor devido à existência de diversos gêneros e temáticas variadas para diferentes pessoas. Pode-se aprender nele de lendas populares às mais recentes descobertas da ciência. Também existem cursos e manuais que utilizam o mangá como forma de transmissão de conhecimento.

Mangá é uma mistura de tradição e modernidade, além de uma imensa base de criatividade, elemento também enfatizado em Tezuka, que produzia muitas histórias, com personagens ricos, e criou um esquema de alta produção.

Um dos principais pontos que diferenciam os mercado americano e japonês de comics é o fato de que o mercado de mangá atende à demanda feminina. Há gêneros para as mulheres. Isso não significa que todos estão “vacinados contra o machismo”, mas gêneros, no plural, voltados para meninas e mulheres, contra super-heróis e mais super-heróis com protagonistas masculinos e papéis femininos clichês, já mostra um certo avanço mercadológico.

“Do Japão para o resto do mundo, a gigantesca indústria do mangá e seus correspondentes continuam espalhando sonhos para uma sociedade consumista, sonhos que servem exatamente para aliviar as tensões causadas por essa mesma sociedade, como um movimento contínuo”, declara Alexandre Nagado em texto do livro Cultura Pop Japonesa – Mangá e Animê, com organização de Sônia Maria Bibe Luyten.

A popularização do mangá no Brasil

De acordo com Francisco Noriyuki Sato, presidente da Abrademi (Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações), jornalista e professor, alguns acontecimentos foram cruciais para o desenvolvimento dos mangás no Brasil. “Em primeiro lugar, a publicação de mangás no idioma português, e, em segundo lugar, o sucesso dos animês entre as crianças.”

Beth Kodama, editora da Panini, reforça a declaração do professor Sato. “Acredito que a popularização do mangá ocorreu por meio dos animês (em TV aberta, por exemplo) e o crescimento de eventos temáticos nerds contribuíram muito. Além disso, os animês, por terem ‘temporadas’, acabaram ganhando o nicho daqueles que gostavam de séries de TV. Hoje vemos um crescente aumento no catálogo de animês da Netflix, por exemplo. Ter isso disponível certamente contribui para a popularização dos mangás”, declara em entrevista feita pelo Messenger.

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Beth Kodama, editora da Panini

Sônia Maria Bibe Luyten, uma das maiores referências no estudo da cultura pop japonesa no Brasil, explica a importância do mangá no Japão e o alcance dessa arte pelo mundo em seu livro Cultura Pop Japonesa – Mangá e Animê. “No Japão de hoje, a cultura pop aparece sob várias formas: aspectos da música popular (como enka), karaokê, videogames, desenhos animados (animês), filmes, novelas de TV, entre outras. No entanto, a forma que mais reflete a tradição cultural intensamente visual são os mangás (as histórias em quadrinhos japonesas).”

Para a professora, mangá não é apenas um tipo de desenho, é o reflexo de uma sociedade, de uma cultura. “Atualmente, as imagens dos mangás, consumidos por milhares de pessoas semanalmente, mostram uma mudança de ideias políticas e culturais do Oriente para o Ocidente. Os temas que envolveram a juventude japonesa dos anos 70 e 80 tornaram-se relevantes para as juventudes norte-americana, europeia e brasileira dos anos 90 e no novo milênio.”

A popularização do mangá

O professor da Abrademi, também responsável pelos cursos sobre história do Japão e pela disseminação da cultura japonesa no Brasil, explicou – por entrevista feita por e-mail – com detalhes sua visão sobre o desenvolvimento do mercado de mangás no Brasil, pois, como presidente da Abrademi.

“Em termos de profissionais brasileiros, o primeiro nome é do Cláudio Seto. Esse escritor, desenhista, roteirista, editor, pintor, jornalista, historiador, novelista, ator…, foi quem lançou os primeiros mangás desenhados no Brasil, ainda na década de 1960, pela editora Edrel”, explica Sato. “Outro nissei ﹘ filho de pais japoneses ﹘, o Minami Keizi, era o editor, mas quem levou os traços de mangá para a Edrel foi o Cláudio Seto. Desenhando muito rapidamente, ele produziu coisas incríveis e variadas na época. Depois, ele foi editor da Grafipar, no Paraná, e, driblando a censura militar, ele conseguiu editar e lançar, com sucesso, os quadrinhos geralmente eróticos, em vários títulos. Isso foi no final da década de 1970 e durou vários anos. Ele mesmo desenhava em estilo mangá e deu oportunidade para vários outros artistas, que não desenhavam nesse estilo.”

“Em termos de nomes de profissionais japoneses, os mais significativos são de Akira Toriyama (Dragon Ball) e de Masami Kurumada (Cavaleiros do Zodíaco), os quais fizeram muito sucesso em animê no Brasil, o que levou à boa vendagem também do mangá. E, como muita gente cresceu lendo esses dois autores, eles acabaram influenciando uma geração de profissionais no Brasil. E também motivaram as editoras a tentarem outros autores e títulos”, complementa o jornalista.

Para Beth, muitas pessoas estão envolvidas no desenvolvimento do mercado de mangás no Brasil. Além disso, a profissional conta um pouco do cenário que encontrou quando se tornou editora da Panini.

“Eu comecei em 2006. O mercado estava encarando a falência da Conrad e a ascensão da Panini. Bom, tivemos altos e baixos durante esses 12 anos, mas eu acho que o mercado expandiu bastante. Temos uma diversidade imensa de gêneros provindos das editoras mais diferentes possíveis andando lado a lado com best-sellers. Não tenho acesso a números, mas sei que Naruto, Dragon Ball, Bleach, One Punch-Man, Vagabond, Berserk, vendem bem. E há aqueles cujas ações de marketing e timing fizeram muita diferença nas vendas também.”

Cursos de mangá

Em 1984, ano da fundação da Abrademi, a instituição começou a ministrar aulas de desenho e ilustração. “Na época, ninguém sabia o que era mangá, e então tivemos que reunir pessoas que gostassem de desenhar qualquer coisa, ensinando desenho, perspectiva, pintura com guache, com ecoline, etc. Quando já tínhamos formado um público que frequentava as nossas aulas e atividades, achamos que poderíamos realizar uma aula de mangá”, conta Sato.

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Uma das aulas de mangá na Abrademi, na década de 1990

No mesmo ano, Deus visitou o Brasil! Ou seja, Osamu Tezuka veio ao Brasil, com patrocínio da Fundação Japão, e, mesmo o mangá não sendo tão popular na época, a mídia brasileira divulgou a vinda do artista japonês.

Uma exposição de Tezuka tinha sido aberta no dia 27 de setembro de 1984, no Masp, e também havia trabalhos de vários brasileiros exposto no Masp e também na Abrademi, os quais Tezuka fez questão de ver.

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Comissão organizadora da Exposição de Quadrinhos na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, na Liberdade, antes da fundação da Abrademi

O artista também ministrou uma palestra para a comunidade nipo-brasileira na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, uma palestra especial para profissionais brasileiros no Hotel Caesar Park, e uma aula especial para os associados da Abrademi.

Em suas apresentações, Tezuka defendia que os artistas não deveriam copiar os traços de seus ídolos, apenas durante o período de aprendizado e treino. “Imitando os outros não vai passar disso. Isso, porque ao ser comparado dirão por exemplo que: Ah, esse desenho parece com o do Mauricio, ou coisa parecida. Pior quando perguntarem como é seu desenho. Não convém ter que dizer que é parecido com o do Mauricio”, explicou Tezuka em aula ministrada na Abrademi.

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Deus do Mangá, Osamu Tezuka (sentado), ministra uma aula especial para a Abrademi, em 1984. Ao lado dele, Francisco Noriyuki Sato

“É claro que podem ler mangá, mas o que deve aprender é a forma de elaborar o conteúdo, pois desenhistas profissionais, com experiência, sabem como ressaltar o que é essencial para contar a história. A técnica do desenho pode ser aprendida aos poucos e com o tempo torna-se hábil”, aconselhou o artista.

Então, no dia 2 de maio de 1993, em São Paulo, foi realizado o primeiro Curso Básico de Desenho de Mangá, com a professora Tiyoko Mizumoto, que já ensinava na Abrademi. “Ela era uma desenhista de moda, que tinha estudado no Japão. Esse curso foi uma aula única de 4 horas de duração e reuniu 40 alunos. Com o sucesso do curso, o mesmo foi repetido algumas vezes, com outros professores, sempre com um público bom.”

No entanto, o grande sucesso de público ocorreu quando a Abrademi convidou o desenhista japonês Fumito Nakao e o desenhista nissei Edson Takeuchi (Tako) para dar um curso de mangá e reuniu 124 alunos, todos pagantes, no dia 24 de setembro de 1995, das 9h às 12h30.

“Nakao tinha acabado de chegar para morar no Brasil, quase não falava português, e o desenhista Tako, foi desenhista da revista Mad e tinha trabalhado como ilustrador no Japão. A série de TV Cavaleiros do Zodíaco estava fazendo sucesso e o público superlotou as instalações da Associação Shizuoka, na Liberdade, que alugávamos para as nossas atividades”, relata Sato. “Depois, fizemos o mesmo curso no Rio de Janeiro e também foi grande o sucesso.”

A atual luta das editoras e o mangá nacional

A cada título conquistado pelas editoras brasileiras, vemos  uma festa feita pelos editores e fãs nas redes sociais. Ao mesmo tempo, recomeçam os zilhões de pedidos de outros títulos e as trilhares de reclamações dos eternos insatisfeitos. É! Parece que o público não fica satisfeito nunca, mas, quando temos tantos tipos de mangás e tantos gostos diferentes, isso é mais que esperado.

Para Sato, “as editoras estão fazendo o possível, mas deve estar difícil, porque não há mais os best-sellers, aqueles mangás com vendagem garantida, como foi o caso de Dragon Ball”. O jornalista também declara que “queria que as editoras investissem em artistas nacionais. Temos ótimos artistas, mas se ninguém der chance não vamos saber se vai dar certo ou não”.

Além disso, ele também aponta outro grande problema que enfrentamos no Brasil: a distribuição. “Eu acho que a culpa não é exatamente das editoras, mas sim, da distribuição dentro do território nacional, que é ruim. As bancas não têm obrigação de vender um mínimo das revistas que pegam para vender. Assim, devolvem o que não venderam, e para ele tanto faz. Mas o investimento da editora está ali, às vezes dentro de um pacote que o dono da banca sequer abriu para ver.”

Como solução, o professor sugere que algo como vender um mínimo, nem que fosse 30% do recebido, deveria ser exigido. “Acho que o resultado seria outro. Hoje, o dono da banca está mais interessado em vender balinhas e chocolates do que vender revistas. Outro culpado é o Correio. Custa caro, demora muito e tem extravios. Assim, não é possível vender e entregar revistas pelo correio.”

Já o mangá produzido no país deveria receber mais atenção. “A produção nacional de mangás é pequena porque não há onde publicar. Sempre foi assim também nas histórias em quadrinhos de modo geral. É preciso que haja leitores dispostos a comprar, para que as editoras lancem novos desenhistas.”


Indicações de mangás com a história do Japão e livros sobre cultura pop japonesa, por Francisco Noriyuki Sato

  • História do Japão em Mangá, de Francisco Noriyuki Sato, Roberto Kussumoto, Antonio Paulo Goulart e Roberto Fukue
  • Banzai! História da Imigração Japonesa no Brasil em Mangá, de Francisco Noriyuki Sato e Julio Shimamoto
  • Japop – O Poder da Cultura Pop Japonesa, de Cristiane A. Sato
  • Cultura Pop Japonesa – Mangá e Animê, de Sonia B. Luyten

Mangás indispensáveis em sua estante, por Beth Kodama

Monster, Fullmetal Alchemist e Slam Dunk. Eu gosto muito de Naruto e Pokémon. Gosto de Vagabond, Pluto, amo One Piece. Indispensáveis pela narrativa/história são esses 3. Indispensáveis pelo entretenimento, One Piece, Naruto e Pokémon. Gosto muito de todas as obras do Toriyama, mas é difícil escolher uma. 😞


Principais fontes de pesquisa, por Paula Cabral Gomes

Livro: Cultura Pop Japonesa – Mangá e Animê, organização de Sônia Maria Bibe Luyten
Livro: Mangás – Estética bidimensional e deslocamentos culturais, de Patrícia M. Borges
Livro: Traços ideogramáticos na linguagem dos animês, de Patrícia M. Borges
Matéria: Quando surgiram os primeiros mangás e animês?, de Marcel Goto – Revista Superinteressante
Matéria: ABRADEMI e a visita de Osamu Tezuka ao Brasil, de Francisco Noriyuki Sato
Vídeo: A History of Manga – Helen McCarthy


Para saber mais sobre:

Abrademi: Site / Facebook
Panini Comics – Planet Manga: 
Facebook

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